1,2, 3 – Compreender verdadeiramente o consumidor com apoio da tecnologia!

Tomar decisões sobre o que o consumidor necessita ou deseja, e criar, para este, produtos ou serviços, sem o ouvir e compreender, é o que podemos chamar de usar o “Achómetro” na tomada de decisões.

Os estudos de mercado ajudam as organizações a tomarem decisões informadas, baseadas em dados e na compreensão do que estes significam.

Uma pergunta que surge frequentemente, com a cada vez maior abundância de dados, é a seguinte: os estudos de mercado e o cérebro humano já podem ser substituídos pelo machine learning e pela inteligência artificial?

Na APODEMO, a Associação que agrega 23 empresas que, em Portugal, se dedicam à missão de ajudar as organizações a reduzirem o erro na tomada de decisão, sabemos que o machine learning e a inteligência artificial não são substitutos dos estudos de mercado, são complementares.

Ambos se complementam e entreajudam e ao definirmos um processo de tomada de decisão em 3 fases, verificamos que o cérebro humano é essencial nas fases 1 e 3 e o machine learning e a inteligência artificial executam a fase 2, de forma que nenhum humano consegue.

1- Identificação do problema

2- Recolha e tratamento de dados

3- Interpretação

A transformação digital está, de facto, a mudar os estudos de mercado. Conseguimos analisar mais dados de forma mais célere e eficiente, seja para “prever” comportamentos ou interpretar os mesmos, mas o cérebro deve ser aliado à tecnologia, para lhe dar interpretação e contexto.

A tecnologia diminui a margem de erro de uma forma transversal, não só nos estudos de mercado, como em jogos de futebol, através do VAR, ou na saúde, por exemplo.

Com o machine learning e através da inteligência artificial criamos grelhas e estruturas de leitura de dados que nos permitem reduzir o erro, porque a máquina segue as nossas instruções quando o ser humano nem sempre o faz – o que torna o papel do profissional de estudos de mercado essencial. Analisar dados, recolher e categorizar são excelentes vantagens que a máquina nos traz. Para interpretar a nossa criatividade, inteligência emocional, ter contexto e interpretação dos dados precisamos do elemento humano.

Num estudo de mercado tudo começa com uma boa identificação do problema. Nesta primeira fase de um estudo, ainda, não existem soluções de inteligência artificial ou plataformas que possam ajudar. O elemento humano é, nesta primeira fase, essencial.

Na última fase, a de produção de conclusões para a tomada de decisão, o elemento humano é, novamente, essencial. Dados por si só não têm alma e compreender, para além dos dados, qual o contexto da situação em análise, é essencial.

Já na fase intermédia, que vai desde a recolha ao tratamento de dados, a inteligência artificial e o machine learning são complementares e um forte aliado.

Conceptualmente o nosso setor está organizado em três segmentos:

  1. Os estudos de mercado já estabelecidos;
  2. Os potenciados pela tecnologia;
  3. O reporting (dados secundários/consultoria)

A inteligência artificial e o machine learning inserem-se no segundo, e é neste que se verifica uma tendência significativa de crescimento.

No desafio que enfrentamos- cruzarmos várias fontes de dados “in real time”, sermos mais rápidos e conseguirmos transmitir insights, a transformação digital traz significativos benefícios. Evoluímos de métodos mais tradicionais para metodologias integradas, assentes em tecnologia, com maior grau de eficiência.

Se por um lado dizemos que quanto maior a amostra, menor a margem de erro, o facto é que uma abundância de dados não tem uma equivalência proporcional. A quantidade de dados nem sempre é sinónimo de qualidade, assim como, também, não é sinónimo de que estes mesmos dados não se tornem em dark data. É, aqui, que a tecnologia tem o seu papel mais relevante, pois possibilita fazermos uma melhor distinção entre “bons e maus” dados, assim como nos possibilita, de forma mais célere, tratar um conjunto de dados cada vez maior e de diferentes fontes.

Recorrendo à tecnologia, já disponível, os profissionais de estudos de mercado conseguem chegar a insights cada vez mais bem fundamentados.

Os dados são uma peça muito importante em toda a engrenagem do sistema, mas para retirar insights acionáveis, a tecnologia tem no profissional de estudos de mercado o seu aliado perfeito, para uma adequada e informada tomada de decisão.

O tamanho do mercado dos estudos de mercado, que envolve empresas e profissionais que trabalham com dados, estudos de mercado, insights e analytics, todos aqueles que trabalham para uma tomada de decisão suportada por informação, representa um volume anual de faturação de 119 biliões de dólares. Este volume de faturação é equivalente, por exemplo, ao do tamanho do mercado do café.

Neste ano em que a maior associação mundial de estudos de mercado, a ESOMAR, completa 75 anos de existência, a nível global, os estudos de mercado estabelecidos representam 39%. Os potenciados pela tecnologia, que chegaram somente na era pós-internet, já se aproximam muito com uns expressivos 37% e com tendência de crescimento, seguidos pelo “reporting” com 23% e 1% noutros. A taxa de adoção acelerou nos anos mais recentes e é uma questão de (algum) tempo até ser o segmento com maior peso e representa uma oportunidade para as empresas e os profissionais que se adaptarem a esta evolução.

Em Portugal, os estudos de mercado estabelecidos representam 56%, os potenciados pela tecnologia 34%, o “reporting” 7% e outros 3%.

O Associado da Apodemo beneficia de um programa de formação, desenhado à medida, dos temas mais importantes para o desenvolvimento do setor. Temos, para além da formação realizada em Portugal, parcerias com as associações internacionais que têm programas que integram o saber sobre as mais recentes tendências no setor. Uma dessas parcerias é com a MRS (Market Research Society do Reino Unido), que é a maior associação nacional da Europa e a que oferece um dos programas de formação mais avançados.

Apresentamos, também, case studies de empresas que têm vindo a adotar estas tecnologias com sucesso, nomeadamente nacionais, como foi o caso no setor dos transportes, transmitido em vídeo, e que pode ser encontrado no website da Apodemo.

O nosso associado tem, ainda, acesso a conteúdos exclusivos, envio diário de serviço clipping com destaque para todas as notícias do setor, redução no preço dos eventos organizados e promovidos pela associação, que visam precisamente, para além do networking entre profissionais, a aprendizagem e partilha sobre estes e outros temas.

Após o primeiro e pior ano da pandemia (2020) e com todas as transformações a acontecerem nos hábitos de consumo, houve uma necessidade acrescida de compreender como o consumidor tinha evoluído.

Em Portugal, metade do investimento em estudos de mercado é feito em dois tipos de estudos. Cerca de 31% do investimento é dedicado à medição do mercado/quotas (incluindo online) e 19% à medição de audiências (vista, ouvida, lida, incluindo online e redes sociais).

No segmento dos estudos de mercado já estabelecidos destacam-se, ainda, os estudos telefónicos e presenciais, à frente dos online. No segmento dos estudos potenciados pela tecnologia lidera, de forma destacada, a medição de audiências.

Portugal regista um investimento em estudos de mercado, per capita, de 9,85 USD. Comparativamente ao sul da Europa investimos mais do que Grécia, que se fica pelos 5,98 USD, e estamos um pouco abaixo de Itália com 11,67 USD e Espanha com 13,02 USD. No pódio mundial temos os Estados Unidos com 188,56 USD, o Reino Unido com 163,99 USD e a Austrália com 97,03 USD.

As empresas em Portugal estimam, de acordo com um inquérito realizado, um crescimento de 6,1% para 2022.

Quanto mais tecnologia disponível, maior importância assume o profissional de estudos de mercado na orientação do seu uso e do contexto em que o mesmo se faz, para que verdadeiramente sejam tomadas decisões orientadas para as necessidades e desejos do consumidor e quer estes, quer as organizações que investem na sua satisfação, saboreiem o sucesso.

Luís Duarte

Vice-Presidente da Direção

1,2, 3 – Compreender verdadeiramente o consumidor com apoio da tecnologia!

Apodemo Meeting 2022 | 17 de novembro 2022

O Competitive Intelligence, o Data Science, e o Metaverso no Universo dos Estudos de Mercado

Este Meeting abordará a forma como os Estudos de Mercado, o Competitive Intelligence, o Data Science e o Metaverso podem ajudar as marcas a alcançar um maior conhecimento, essencial no suporte à tomada de decisão.

Os três temas: Competitive IntelligenceData Science e Metaverso serão lançados para discussão, em cada painel, por forma a refletir como é que a tecnologia complementa o trabalho de pesquisa e ajuda a antever novas oportunidades e desafios.

É um olhar para além da investigação tradicional, explorando e prevendo as tendências e questões que estão a redefinir o setor e a revolucionar a forma como entendemos o consumidor.

Antever e antecipar é propósito deste encontro.

Auditório Hotel Roma, Lisboa

17 de novembro 2022
09h30 | 17h00

    Ficha de Inscrição Apodemo Meeting 17 de novembro

    Competitive Intelligence, Data Science e Metaverso, no Universo dos Estudos de Mercado

    Valor associado APODEMO empresa (inclui almoço) - 145€
    Valor associado APODEMO pessoa singular (inclui almoço) - 70€
    Valor não associado (inclui almoço) - 180€
    Valor para novos associados pessoa singular (inclui ingresso com almoço e quota de 2023) - 120€
    Condições Especiais Gerais:
    a partir da 3ª inscrição – 5% desconto
    4ª à 10ª inscrição – 7,5% desconto

    Em conformidade com a política de privacidade da Apodemo, solicitamos o seu consentimento para: Política de Privacidade

    Pagamento por transferência bancária
    APODEMO: Av. 5 de Outubro, 102-2º 1050-060 Lisboa
    Banco: Millennium bcp: IBAN PT50 0033 000000 1987 39712 05 – Fontes Pereira de Mello
    A inscrição será considerada válida, após receção do comprovativo da transferência bancária
    enviado para: apodemo@apodemo.pt

    Apodemo Meeting 2022 | 17 de novembro 2022

    Best dating sites

    Many local newspapers had online personals in the mid 1990s but were bought out by these big dating sites. From some of the comments it really shows how desperate dating sites are for money that they even advertise in comment sections. You have a much better chance going to local events and you will probably spend less than what you would spend on an online dating site.

    Other apps have indicated that they might actually move closer to Facebook. For example, Bumble, founded by a former Tinder executive, said they had already reached out to Facebook regarding how to collaborate. And, “One thing everyone seems to agree on is that Facebook’s effectively endorsing online dating will be a huge legitimization event for the industry,” says Jefferies Internet analyst Brent Thill. According to Amanda Bradford, chief executive of The League, an elite dating app, “Facebook is validating that dating is a high-tech industry with really interesting and hard problems to solve. Still, Facebook could face some obstacles in building enough separation between the dating service and the legacy social network; some users might not like having both activities live on one app.

    After giving him some time to cope with his cat passing away, he made plans to see her again and she was thrilled. He canceled the date last minute again because he said his grandma had died. Although this seemed too tragic to be true, she gave him the benefit of the doubt that he was telling the truth. Additionally, if someone is giving you a checklist right away of all of the things they want in a future partner, this may be a red flag for some controlling behaviors. It’s one thing if they express their non-negotiables but it’s another thing entirely if they are listing required traits. If you feel like someone is already trying to change things about you to suit their needs, that’s not okay. How someone initiates a conversation with you will say a lot about how they view you as a person and how they might treat you as a partner.

    Online dating users are more likely to describe their overall experience with using dating sites or apps in positive, rather than negative, terms. Some 57% of Americans who have ever used a dating site or app say their own personal experiences with these platforms have been very or somewhat positive. Still, about four-in-ten online daters (42%) describe their personal experience with dating sites or apps as at least somewhat negative. Happily, there are some dating services that are looking to overcome the vanity. For example, Hinge matches people based on personality and preferences and lets you create a more interesting and rounded profile to draw people in. One of the few dating sites designed for affairs, Ashley Madison connects users for discreet encounters.

    Basically all a guy like you has to do is instantly grab her attention in a memorable way with both your profile and your messages, then spend the least amount of time possible convincing her to meet you in person. For those who are hesitant to enter the online dating world for reasons related to safety or awkward conversation lulls, Double aims to take the pressure off with Double dates as opposed to one-on-one.

    State things that are really important to you and be done with it. Connor turned an attempt at small talk into a rant about “gold-digging whores,” and the dating app was not having it. Matt- But what about when you said you would meet me in real life and we would lose our virginity together. One Love educates young people about healthy and unhealthy relationships, empowering them to identify and avoid abuse and learn how to love better. If you are going somewhere that serves alcoholic beverages, most bartenders are using secret codes to help customers signal, privately, when they need help if they’re getting harassed or feeling unsafe on a bad date.

    With no financial requirement, free sites will naturally attract a greater proportion of people who are not really committed to finding a genuine relationship. Memberships you gain additional features such as being able to send more messages and receiving event discounts.

    Best dating sites

    2ª edição de Case Studies “O que ganham os consumidores, as marcas e as empresas de estudos de mercado com a Escolha do Consumidor?”

    Agenda

    timeline_pre_loader

    17:00h

    Abertura

    Direção da Apodemo

    17:10h

    José Borralho, Presidente da Escolha do Consumidor

    Apresentação do caso prático, metodologia e resultados.

    17:50h

    Rita Amado, Diretora de Operações da More Results

    Relevância para o setor.

    18:00h

    Perguntas e Respostas

    18:15h

    Encerramento

      Inscrição 2ª edição de Case Studies, 27 de julho 2022

      O que ganham os consumidores, as marcas e as empresas de estudos de mercado com a Escolha do Consumidor?

      Empresa (Designação Social) *
      Morada *
      Código Postal *
      Nome *
      Função *
      Email *
      Telefone *

      Solicitamos o seu consentimento para:

      Informamos que a sua inscrição é gratuita e está sujeita a confirmação.

      * campos de preenchimento obrigatório

      2ª edição de Case Studies “O que ganham os consumidores, as marcas e as empresas de estudos de mercado com a Escolha do Consumidor?”

      2 de Maio – Celebre o Dia Internacional do Market Research (IMRD22)

      2 de maio (IMRD22)

      De 25 de Abril a 6 de Maio, junte-se às maiores celebrações comunitárias de insights e análises de todo o mundo e deixe-se inspirar pelo poder da investigação e dos conhecimentos e o impacto que eles têm na formação de um mundo sustentável para amanhã!

      A Apodemo, Associação Portuguesa de Empresas de Estudos de Mercado e de opinião, não podia estar mais orgulhosa em contribuir com as empresas associadas de estudos de mercado, para que decisores, influenciadores, gestores e líderes de empresas e instituições tomem decisões fundamentadas, ajudando a reduzir riscos e aumentando as probabilidades de sucesso. Se é especialista em research insights e estudos de opinião e, ainda não é membro da Apodemo, inscreva-se hoje mesmo, em: www.apodemo.pt

      2 de Maio – Celebre o Dia Internacional do Market Research (IMRD22)

      1ª edição de Case Studies: Perguntar ou não perguntar, eis a questão!

      Agenda

      timeline_pre_loader

      17:00h

      Abertura

      Luís Duarte, Vice- Presidente da Direção

      17:05h

      Dr. Nuno Santos, Ceo da Pitagórica- Investigação e Estudos de Mercado

      Introdução
      Contexto

      17:20

      Eng. Teotónio Andrade dos Santos

       

      Apresentação do caso prático

      Relevância para o setor

      18:00

      Perguntas e Respostas

      18:15

      Encerramento
      1ª edição de Case Studies: Perguntar ou não perguntar, eis a questão!

      A importância de um estudo de (mercado)

      A importância de um estudo (de mercado)  

      Os estudos de mercado, quantitativos ou qualitativos, de opinião ou de sondagens fazem parte do quotidiano da vida de empresas de diferentes setores de atividade e são utilizados pelos partidos políticos, há vários anos. Constituem um excelente instrumento de apoio à tomada de decisão e podem promover ações específicas e estratégicas. Tal significa aceder a informação tratada e trabalhada estatisticamente. Trabalho feito por empresas especializadas, munidas das técnicas e das competências adequadas. Geralmente, a nível mundial, estas empresas pertencem às associações que as representam. O pertencer a essas associações, por norma, garante que as empresas cumprem os códigos deontológicos e estão certificadas para a realização deste tipo de trabalho. Assim, os resultados gerados por estes estudos constituem uma ferramenta da qual, quem os usa, já não abdica. Contudo, de quando em vez, estes resultados são questionados. Questões como:

      • porque é que o meu Market Share decresceu, se eu vendi mais?
      • como é possível a tendência de mercado ser de crescimento e a minha de decréscimo?
      • como é possível, há um mês, alguém estar mais bem posicionado do que outro e agora a situação ser a inversa?

      A resposta a estas perguntas, aqui exemplificadas, surge muitas vezes de forma fácil (e simplista). Ou é porque a amostra está mal desenhada, ou porque o questionário está mal elaborado, ou porque algo falhou no controlo de qualidade, etc.

      Todavia, salvo raras exceções, os resultados dos estudos de mercado estão corretos, agradando ou não, a quem os recebe e interpreta.

      Os mais de 30 anos de experiência na área permitem-me procurar responder ao último tópico a abordar neste artigo: sondagens. Estas são uma ferramenta útil no processo de tomada de decisão, ou as “imprecisões” deste tipo de estudos desencadeiam, sistematicamente, conclusões erradas?

      A resposta é sim quanto à sua utilidade e, obviamente, os “erros” não são sistemáticos. O que haverá a corrigir é o tempo que medeia entre a data em que foi efetuada a sondagem e em particular a sondagem política e a sua divulgação, sendo este intervalo de tempo, por vezes, superior a quinze dias. Ora, o tempo é um facto de extrema importância quando estamos perante intenções de voto, por exemplo, em que o tempo assume um papel determinante e crucial, podendo haver alterações do sentido de voto, a qualquer momento, por uma outra razão. Este aspeto relevante nem sempre é tido em conta, uma vez que o público ao ter conhecimento dos resultados das sondagens e em particular das políticas, assume que a informação respeita àquele momento. Se fosse feita uma outra sondagem no mesmo dia em que determinada sondagem é divulgada, a probabilidade do resultado ser diferente seria grande. Outro fator, não menos importante, é a divulgação clara e objetiva da respetiva ficha técnica da sondagem realizada. Acrescente-se, também, que os indecisos deverão ser, sempre, tidos em conta nos resultados de qualquer sondagem e em particular na sondagem política.  Isto porque, frequentemente, são eles que ao deixarem de o ser (o que só poderá observar-se em sondagens posteriores), contribuirão para que o resultado final de uma sondagem seja, seguramente, mais próximo do resultado real.

      Termino como comecei, ou seja, os estudos de mercado, nas suas diversas formas, constituem uma mais-valia no processo de tomada de decisão de quem os utiliza; aqui e em todo o Mundo. A evidência da evolução constante dos meios tecnológicos, ao dispor dos especialistas em estudos de mercado, conduz à necessidade de que todos os envolvidos neste processo acompanhem esta dinâmica. Só não vê quem não quer, ou quem não pode.

      Carlos Mocho

      Presidente da Direção da Apodemo

      A importância de um estudo de (mercado)

      Research 2022 – Perspetivas sobre o futuro do Market Research

      Agenda

      timeline_pre_loader

      09:30

      Abertura do Evento
      Carlos Mocho I Presidente I APODEMO

      09:35 - 09:50

      Finn Raben I Diretor-Geral I Esomar – So What’s Next?

      09:50 - 10:05

      António Salvador I Presidente do Conselho de Administração do Grupo Gfk Estudos de Mercado: Passado e Presente a olhar para o futuro

      10:05 - 11:00

      Painel
      Moderador

      António Gomes I Managing Director I GfK Metris

      Carlos Rodrigues I Diretor I CM e CMTV
      Tiago Simões I Diretor de Marketing I Sonae MC
      Rui Lobo I Marketing Intelligence I EDP

      11:00

      Conclusões e Encerramento
      Research 2022 – Perspetivas sobre o futuro do Market Research

      Programa completo e Inscrições abertas

        Ficha de Inscrição Online Training 29 de junho

        Social Media in Market Research

        Empresa (Designação Social) *
        Morada *
        Código Postal *
        NIF *
        Nome *
        Função *
        Email *
        Telefone *

        Valor
        Associado APODEMO - 195€ (Isento de IVA)
        Não associado - 245€ (Isento de IVA)

        Pagamento por transferência bancária
        APODEMO: Av. 5 de Outubro, 102-2º 1050-060 Lisboa
        Banco: Millennium bcp: IBAN PT50 0033 000000 1987 39712 05 – Fontes Pereira de Mello
        A inscrição será considerada válida, após receção do comprovativo da transferência bancária
        enviado para: formacao@apodemo.pt

        Social Media in Market Research

        Agenda

        timeline_pre_loader

        9:15am

        Log in, check connections

        9:30am

        Introductions

        9:45am

        Social Media Landscape

        10:30am

        Break

        11:00am

        Social Media Listen Gaelle Bertrand

        00:30pm

        Group exercise

        01:00pm

        Lunch

        02:00pm

        Online Communities

        02:40pm

        Evaluating Campaigns

        03:10pm

        Break

        03:30pm

        Personal Brands, Innovations & Ethics

        04:30pm

        Review and Close
        Programa completo e Inscrições abertas